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Cap 29 Entrevista com Martika- Jornal o Estado do Ceará

 Acredito que nossa felicidade estava tão estampada que fomos convidados a dar entrevista.
Quem gostar pode escrever para Sara(Lembrei logo da minha cantora maravilhosa Sarah Brigtman) e parabenizar pela entrevista. Ficaremos felizes.

Vamos a reportagem:

Segunda, 22 de Agosto de 2011. Fortaleza, Ceará, Brasil.

"SIM" - Empresa realiza casamento coletivo

Por Sara Oliveira
saraoliveira@oestadoce.com.br

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O dia em que 12 anos de união foram oficializados pelo “sim” na frente do juiz. O estado civil de Marta Victor, 35, agora é de casada. “Aqui foi até fácil, nervosa mesmo vou ficar entrando na Igreja de Fátima”, disse. A afirmação veio acompanhada de um suspiro ansioso e feliz. A realização do matrimônio de Marta aconteceu junto a mais 41 casais, que participaram de um casamento coletivo promovido pela empresa onde trabalham.
O noivo de Marta, Antônio Bezerra Coelho, disse que tudo começou quando os dois trabalhavam na mesma loja, foi quando “rolou a química”. Depois, passaram a morar juntos. “Já até havíamos nos programado para casar, mas quando tinha tempo, não tinha dinheiro. E vice e versa”, contou. Agora deu certo. A empresa custeou o casamento civil e a Arquidiocese de Fortaleza disponibilizará a cerimônia religiosa na sexta-feira (25). No dia 1º de setembro, acontece também o casamento evangélico, na Igreja Canaã.

O vestido branco de Marta já está comprado. Antônio, apressado, diz que queria vê-lo. “Nem pensar. A magia do meu vestido ele só vai ver na hora mesmo. Vai chorar de emoção”, adiantou a noiva, que insistia em deixar claro: “Já que tivemos esta oportunidade, quero fazer tudo direitinho”. A satisfação do casal com o casamento era tanta, que dividir o momento único com dezenas de pessoas, o tornava ainda melhor. “Estamos casando junto com outros colegas, que trabalham em outras lojas. Muitos casais a gente viu se formar e continuar até hoje”, lembrou Antônio.
INICIATIVA
“O que faz você feliz?”. O slogan publicitário da empresa foi o pontapé inicial para que o casamento coletivo fosse promovido pela segunda vez. A primeira edição foi em 2009. A coordenadora do Comitê de Lojas do grupo, Uelida Lopes, explicou que uma pesquisa procurou identificar o que o empregador poderia fazer para ver seu funcionário mais feliz. As respostas poderiam ser inúmeras. Mas a unanimidade foi para a oficialização do matrimônio.

“A situação financeira, principalmente para as pessoas que trabalham no setor básico, é o maior empecilho para que os casamentos aconteçam no Cartório e na Igreja. Com parcerias e doações, foi possível realizar esse sonho”, detalhou Uelida. Junto ao Cartório, por exemplo, cada casamento que custaria cerca de R$120, foi reduzido para R$ 40.

Sobre a documentação exigida pela Igreja, Uelida disse que foi difícil, mas “no fim, deu tudo certo”. “Tinha gente que nem havia sido batizado”, ressaltou. O retorno para empresa, segundo Uelida, é o trabalho de um funcionário mais feliz e motivado.
MAIS OU MENOS CASAMENTOS?
Estatísticas dão conta sobre oscilações no número de casamentos e separações registrados. Mundo globalizado, independência financeira e novos tipos de relacionamentos são os motivos de manter os casais fora da formalização legal e religiosa. A vontade dos 42 noivos, que reuniram-se no domingo pela manhã para assinar a Certidão de Casamento, provava o contrário.
De acordo com o juiz especial de casamentos, Ricardo Lima, as uniões oficiais não têm diminuído. “Temos de entender que algumas pessoas se separam e muitas delas casam-se com outras pessoas depois. É um ciclo, que vai se renovando”, avaliou. Foi a primeira vez que ele oficializou a união de tantos casais fora do Cartório. “Quando o casamento é coletivo há um laço de fraternidade muito grande de pessoas que querem, de fato, oficializar a relação”, frisou.

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