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Miscigenação dificulta padronização de roupas


Miscigenação dificulta padronização de roupas

 


Ainda um pouco irritada por ter perdido muito tempo para encontrar uma calça que ocupasse todo os meus 101 cm de bumbum. 

Foram 28 provas.

O que não mostrava a viriha mostrava o cofrinho!

Assim não dá!

Vi na Net que esta falta de padronização é uma preocupação.

Graças a Deus!

Fonte: Veja on Line


O nordestino é baixinho, tem traços de negros e de índios, enquanto o sulista é alto, devido às origens europeias, certo? Não é bem assim. Especialistas acreditam que, dada a miscigenação que marca o país, o Brasil conta com diversos tipos físicos, ainda difíceis de definir.
A tese será testada por uma pesquisa antropométrica prevista para começar neste semestre, a cargo do Instituto Nacional de Tecnologia (INT) e pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) do Rio de Janeiro. As entidades farão levantamentos separadamente, com ferramentas distintas, e depois irão comparar os dados recolhidos. O resultado consolidado, que só deve ficar pronto em 2012, poderá modificar medidas presentes nas normas de padronização do vestuário.

"Queremos chegar a definições de manequim que representem de fato os diversos grupos de brasileiros: as várias etnias, classes sociais e nichos de medidas especiais", diz o professor Gerson Pereira Abranches, do Senai-RJ, que utilizará em seu levantamento um scanner de corpos de luz branca. Só no Rio, onde o Senai dará partida ao trabalho, serão analisadas 2.500 pessoas, além de outras 7.500 em todo o país.
Já o INT vai fazer uso de uma tecnologia de raio laser. "Vamos colher informações sobre o corpo da população economicamente ativa em três dimensões", afirma Maria Cristina Zamberlan, chefe do Laboratório de Ergonomia do instituto. "Não se pode afirmar que o nordestino é pequeno e que o cara do Sul é grande: só a partir de uma pesquisa antropométrica poderemos fazê-lo."

FOnte: FOlha on linw

Padronização de tamanhos de roupas começa pelas meias


 

da Agência Brasil
Para garantir que as peças tenham o mesmo tamanho em todas as lojas, a Abravest (Associação Brasileira do Vestuário) criou a padronização de roupas: a partir de agora, peças de número 40, por exemplo, terão as mesmas medidas em todo o país.
"Quem exige os padrões são os consumidores, que não aguentam mais ficar trocando de roupa", garante o presidente da Abravest, Roberto Chadad. "Saímos na frente. Agora, todos os setores também querem criar uma padronização".
Nesta quinta-feira, a entidade anunciou em São Paulo o cronograma das adaptações aos novos padrões pela indústria do vestuário: as primeiras peças a ter as novas especificações são as meias.
Nos meses de março e abril, as peças infantis serão adaptadas aos novos padrões. Depois, entre junho e julho, são as roupas do vestuário masculino. No final do ano, será a vez das roupas femininas.
"Agora que vamos a aprender a confeccionar de acordo com um padrão, vai ficar mais fácil exportar roupas", acredita Chadad. Segundo ele, as fábricas poderão receber a encomenda de um país e atender melhor as expectativas: "O cliente manda o molde e nós produzimos de acordo com o padrão de cada país".
A estilista Cynthia Ribeiro alerta que a padronização não é tão simples para os profissionais da moda brasileira. "O Brasil possui uma enorme mistura de raças, que gerou diversos biotipos", explica. Segundo ela, a padronização vai gerar novos custos para a indústria: "Todas as fábricas terão que gastar criando novos moldes".
Para Cynthia, o maior desafio da padronização são os diversos biotipos existentes nas cinco regiões do Brasil. "Em cada lugar há um tipo diferente. O que poderia ser feito é criar uma padronização de acordo com o segmento, como jeans, malharia etc", ressalta.

Um comentário

  1. affff quadril largo é fogo mesmo. só consegui jogar fora umas medidas , mas sei que ele não diminuirá muito, dai fico na luta por uma calça legal rsrs. beijocassssssssss

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