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Do jornal #OPovo -Coleção Inglês para Todos-Do you speak english?

 Coleção Inglês para Todos - curso prático para o dia a dia 


Na semana passada recebi minha coleção em casa.
Pulei de alegria pois estava muito anciosa. 
Somente hoje, olhei detalhadamente a coleção para poder indicar aqui no blog!
Eu  amei todo o conteúdo! Recomendo para todos que não falam English, para aqueles que estão cursando como eu, enfim, a todos e todas que se interessem em aprender  a língua!








No site retirei o texto abaixo!

O POVO lança o curso prático para o dia a dia. Voltado para quem quer aprender a falar, escrever e entender o básico do idioma, para o dia a dia. Cada unidade aborda temas ambientados em situações cotidianas em casa, no trabalho e em momentos de lazer.

O curso, que é de autoaprendizagem, conta com 30 unidade, divididas em 15 volumes, com DVD. Entre os principais temas abordados, estão: uso de verbos no tempo presente, passado e futuro; construção de frases e orações afirmativas, negativas e interrogativas; diferenciação do modo formal e informal tanto na fala quanto na escrita; contagem de números e conhecimento de quantidades; compreensão de expressões de tempo (dias, meses e anos); extenso vocabulário relacionado às situações cotidianas; aprendizado de expressões comumente usadas no dia a dia e prática da pronúncia correta de diversos sons em inglês.

Todos os domingos, na compra do exemplar do jornal, o leitor paga mais R$ 9,90 e leva um volume, acompanhado de um DVD. No primeiro volume, o leitor ganha um dicionário inglês-português.

Para assinantes, a coleção completa sai por oito vezes de R$ 17,17 nos cartões O POVO, ou seis parcelas de R$ 22,90 nos demais cartões.
Os assinantes podem solicitar a compra da coleção completa pela central de relacionamento, no telefone (85) 3254 1010.



Coleção Inglês para Todos - curso prático para o dia a dia

Aos domingos, na compra do O POVO mais R$ 9,90, você leva um volume, que conta com um DVD.

O primeiro volume traz, gratuitamente, um dicionário inglês-português.

Do you speak english?

Fonte aqui

A quatro anos da Copa do Mundo de 2014, Fortaleza se mostra despreparada para receber turistas internacionais. O POVO fez um roteiro pela cidade e constatou quepessoas que atuam na base da rede de serviços de turismo não sabem conversar em inglês
Emmanuel Macêdo - 07/08/2010 14:00

Aeroporto, táxi, hotel, centro de compras, barraca de praia e restaurante na avenida Beira-Mar. Um roteiro comum para pessoas que visitam Fortaleza. Esses, por sinal, serão locais certamente frequentados pelos turistas estrangeiros durante a Copa do Mundo de 2014. O POVO elaborou um roteiro e percorreu o caminho, assim como um turista, para ver exatamente o que alguém de fora do País encontra hoje, a menos de quatro anos do Mundial do Brasil, ao chegar à capital cearense falando apenas em inglês.

Para acompanhar o repórter, um colega cearense que já morou em diversos países, incluindo a África do Sul nos anos que antecederam o Mundial de 2010. “Saí da África na época da Copa das Confederações e lá, naquele período, muita coisa estava mais adiantada do que aqui hoje”, diz o estudante Pedro Araújo.

A partir do momento que a dupla chegou ao aeroporto, a língua inglesa foi a única usada para a comunicação entre si e com as pessoas nos lugares frequentados. O português não é difundido fora do Brasil e assim os turistas chegarão a Fortaleza em 2014.

De todo o trajeto, dois momentos chamaram mais atenção. Primeiro no Tourist Information, o balcão de informações do aeroporto. Apesar do nome em inglês, a funcionária do local responde qualquer coisa com um “Beaches?” ou “Espanhol, poquito” e muitos gestos. Certamente ela achava que, por falar português, conseguiria se comunicar em espanhol.

O segundo momento não tem muito a ver com a língua. Até seria melhor que o problema fosse esse. Em uma barraca na Praia do Futuro, o garçom se aproveitou dos “gringos”. O homem cobrou R$ 10 por dois cocos sem sequer mostrar a conta, alegando não estar entendendo. De forma descarada, ele pegou o dinheiro e não voltou. No cardápio, apenas em português, a constatação do abuso: um coco custa R$ 1,80.

Pontos turísticos
Pegar um táxi também foi um desafio. Pedir para que o taxista dissesse pontos turísticos no caminho ao hotel não adiantou. Inglês não era o seu forte. Sequer “Castelao”, com aquele sotaque sem “til”, ele conseguiu entender. Seminário da Prainha, Dragão do Mar, avenida Monsenhor Tabosa passaram e nem um “pio” do rapaz ao volante, que parecia querer se livrar dos “turistas”, dada a velocidade com que dirigia.

Os hotéis medianos são comuns para torcedores que viajam com dinheiro curto em época de Copa. Chegando ao balcão de hotel três estrelas da Praia de Iracema, caras assustadas por conta da estranha língua. A atendente só disse “No English” e chamou outra. Com um tapinha no braço, ela respondeu: “Te vira, mulher”. Foi preciso ser bom ator para segurar o riso. O caso só foi resolvido quando a tal “mulher” ligou para uma pessoa que sabia falar inglês, que intermediou o contato e tirou dúvidas sobre preço e quartos disponíveis.

Depois do hotel, era hora de visitar um centro de compras. No Mercado Central, um grupo de três pessoas trabalhava com uma camisa com as bandeiras do Brasil e dos Estados Unidos vendendo pacotes para praias ao longo do litoral cearense. Apesar das vestimentas, nenhum sabia falar inglês.

Apesar da dificuldade na comunicação, o grande ponto positivo da jornada foi o que já é senso comum: a hospitalidade. Em algumas lojas do Mercado Central, mesmo sem alguém para traduzir, o esforço para ser e se fazer entendido era enorme.

O roteiro para estrangeiro só não foi desastroso porque no restaurante Alfredo da Peixada, na Beira-Mar, o garçom que atendeu a mesa sabia falar inglês e com um bom nível, explicando os pratos com detalhes.

E-MAIS

Após constatar que havia sido enganado pelo garçom da barraca de praia, o repórter do O POVO procurou a gerência e então, falando em português e apresentando-se como repórter, ouviu a desculpa de que “é difícil controlar coisas assim”, e não teve devolvido parte dos R$ 10 cobrados pelos cocos que custavam R$ 3,60 no total.

Na Praia de Iracema, em frente ao hotel, o repórter, enquanto falava ao telefone, foi orientado por uma pessoa que passava a ter cuidado. “Coloca o celular no bolso”, ao ver o aparelho na mão dos “turistas”.

Segundo José Castro, o Zeca, diretor da agência de turismo Fortaleza Travel, a cidade agora que começa a mudar a forma de receber estrangeiros. “Sem a Copa, tudo ficaria do jeito de sempre. Difícil achar profissionais competentes e que falem inglês”. 

5 comentários

  1. Que bom, vou mostrar a eu marido, ele q ta aprendendo agora!

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  2. Nossa, que coisa!
    Fiquei meio perpelxa com essa f]do garçom...
    Bjokas:D

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  3. Olá amiga, gostaria de saber qual a editora do curso de ingles. Gostaria de adquirir-lo também. Muito obrigado pelas as ifnormações

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  4. Legal! gostei mesmo, vi este curso no catálogo AVON, gostaria de saber que jornal está fazendo esta promoção pois no catálogo só tem 5 volumes e se tem outra forma de comprar. Bjos.

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  5. Olá! Quero dizer que em resposta à dúvida quem recebeu o catálogo da AVON e quer saber mais sobre o curso de inglês. Na verdade, são quinze volumes, contendo um livro e um DVD em cada.recebi um folder junto com a fatura do cartão Visa, da Caixa. A coleção completa sai por R$155,88 à vista ou 12x de R$12,99. O telefone para contato é (11)3614.1397, de segunda a sexta, das 8h às 20h. Aos sábados, das 9h às 15h. Ou pelo site www.colecaoingles.com.br/caixa.
    Estou pensando em comprar. Ainda não sei. Estou buscando alguns comentários de
    quem já comprou e que poderá dizer se vale a pena ou não. De toda forma espero ter ajudado a quem também tem interesse em comprar e ainda não tem os contatos.
    Abraços.
    Eduardo

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Gotas de felicidade!
Adoro quando leio seu comentário!
Obrigada pelo carinho!

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