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Vivendo c/ chantagem emocional, autoritarismo e nossa falta de atitude


Acordei hj cedinho e trouxe pra vcs pequenos textos do renomado Pscicanalista Flávio Gikovate
  1. Flávio Gikovate
    Pessoas que fazem chantagem emocional
    Eu agora vi um pouco de minha culpa!
    O que o Dr Diz:
    Aquele que pratica a chantagem sentimental se vale dos sentimentos de culpa de sua "vítima" para fazer valer sua vontade, ainda que indevida.

    É impressionante a dificuldade que uma pessoa legal tem para dizer "não" por causa da culpa: por achar que irá causar forte dor naquele que pede.

    O curioso é que o que faz a chantagem sentimental não sente culpa; porém, sabe muito bem como é difícil para quem a possui se opor a ela.

    Uma tarefa dificílima para uma pessoa legal é se opor à culpa que sente mesmo diante de quem age com má-fé: só se avança ao confrontá-la.

    Temos que nos valer da força de vontade (racional) para nos opormos ao sentimento de culpa que julgamos indevido: aos poucos iremos evoluir.
     
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    Pessoas autoritárias 
    O que tem em mente uma pessoa autoritária, que pretende que os outros a sigam por medo de ações de violência ou represália? Há prazer nisso?

    Pode alguém a quem as pessoas seguem ou obedecem por medo se sentir prestigiado, superior? Sua auto-estima pode ser boa? É pouco provável.

    Uma pessoa autoritária parece governada por fortes ressentimentos: usa sua posição de poder para expressar os rancores que acumulou na vida.

    A pessoa autoritária tende a ser rancorosa: se vinga das eventuais frustrações e mágoas que a vida lhe impôs maltratando seres inocentes.

    Pais autoritários agem com maldade, impondo sua forma de ser aos filhos e impedindo que eles desenvolvam suas próprias ideias e convicções.
    Pessoas autoritárias não suportam conviver com criaturas que tenham opinião divergente, pois sentem isso como desacato, como ofensa pessoal.

    Os autoritários só podem se cercar de pessoas que, por falta de opinião ou outros interesse, estejam dispostas a acatar seus pontos de vista.

    Os autoritários costumam ser criaturas muito infelizes: além dos ressentimentos íntimos, se cercam de falsos amigos
    e se sentem solitários.

    Ser autoritário exige esforço e desgaste; e a "recompensa" costuma ser a hostilidade dos que o cercam: ninguém age assim por livre vontade!

    As pessoas autoritárias também se consideram donas da verdade: por vezes sabem bastante, mas isso não justifica seu modo de ser e de agir.

    Quem é autossuficiente não é autoritário: mesmo quando sabe muito ou chefia grupos, age com respeito e gosta de ouvir outros pontos de vista.
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    A Falta de propósito e perseverança
     
    O que dizer daqueles que abandonam tudo o que começam? Largam cursos, esportes, dietas... São pessoas preguiçosas ou têm medo de fracassar?

    Muitos são os que abandonam projetos pelos quais estavam empolgados diante do primeiro obstáculo: acham que não vão ser capazes de superá-lo.

    Alguns desanimam diante do tamanho dos sacrifícios a serem enfrentados para alcançar bons resultados: preguiçosos, lidam mal com frustrações.

    Quem lida mal com frustrações acaba evitando o enfrentamento de novas empreitadas: essa seria uma das causas da preguiça.

    Há os que abandonam cursos ou esportes ao perceberem que não possuem as aptidões mínimas necessárias para avanços: esses até que têm razão!
    A preguiça corresponde a um estado de moleza, a uma lentidão e pouca motivação para qualquer ação que implique esforço ou risco de fracasso.

    A pessoa dita "preguiçosa" é aquela que tem pouca disposição para se esforçar no presente em nome de recompensas que só virão mais adiante.

    Um fator gerador de preguiça é o baixo nível de interesse de algumas pessoas: dão a impressão de que não gostam e não vibram com nada!

    A preguiça não é a causa; é a consequência da falta de interesses, da incapacidade de lidar com dores, fracassos e de sacrificar o presente.
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2 comentários

  1. Rosangela van Sprangnovembro 06, 2012 11:54 AM

    Tudo muito bem dito. Convivi por um tempo com uma pessoa que sabe muito bem usar do medo de dizer não que um possível sentimento de culpa pode nos dar. Manipuladora, seria o nome. Quanto a pessoa autoritária, "no comments" - quem trabalhou aonde trabalhamos, é bem escolado no assunto e pode até ter se tornado um, como temo ter acontecido comigo. Já o preguiçoso, Jesus! Descreveram meu marido...rsrs No caso dele a preguiça é decorrente do "desperdício do presente" em prol cuja recompensa é futura, ainda que em curto tempo. Não conhecia esse psicanalista (ando meio off do mundo), mas gostei da forma objetiva como observa a subjetividade do comportamento humano...ótimo post! Bj

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  2. Já passei um periodo de minha vida assim com medo de tudo com pessoa me chantagiando e manipulando. Foi um peiodo horrivel, parecia que eu estava num buraco escuro e não conseguia sair. Só Deus que é por nós para que possamos ter força e dizer um não cheio de coragem.
    Bjãooooo

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Gotas de felicidade!
Adoro quando leio seu comentário!
Obrigada pelo carinho!

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