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Filme de Hoje, o polêmico Azul É a Cor Mais Quente


As atrizes Adèle Exarchopoulos (à esquerda) e Léa Seydoux
Azul É a Cor Mais Quente é um estudo de três horas de duração sobre o primeiro amor lésbico, minuciosamente detalhista e voluptuosamente erótico. 



Para maiores: Assisti o tão polêmico filme! 2hs56minutos de uma relação conturbada entre duas jovens.

É preciso se despir de preconceitos e conceitos religiosos e entender Adéle. Adèle (Adèle Exarchopoulos), começa o filme como uma colegial precoce e termina como uma mulher madura, mas com muito a aprender sobre si mesma.  Ela se perde, se acha , se perde de novo. “Azul é a cor mais quente” foi uma das obras mais celebradas do ano passado e causou polêmica pelas longas cenas de sexo entre as atrizes Léa Seydoux e Adèle Exarchopoulos. Ele foi lançado nos cinemas brasileiros em dezembro pela distribuidora Imovision, com a classificação indicativa de 18 anos. Mas de fato uma jovem não compreenderia ao meu ver a essência do filme. Com certeza ele se tornará um clássico pois o tema foi tratado com intensidade!  Alguém já assistiu?! 




Seu roteirista e diretor, o franco-tunisiano Abdellatif Kechiche, mostrou que Azul É a Cor Mais Quente é o retorno mais singular que o diretor de O Segredo do Grão poderia fazer, além de o filme mais rico de sua carreira.
Nada na narrativa do filme cronológico nem na ascensão e queda de seu romance central é particularmente novo ou ousado. Ainda assim, é incomum vermos a perspectiva libertária sobre o desejo jovem em sua maturidade emocional. Nossa heroína, Adèle (Adèle Exarchopoulos), começa o filme como uma colegial precoce e termina como uma mulher madura, mas com muito a aprender sobre si mesma.


"Diferentemente de tantos outros filmes sobre relações homossexuais, que focam em sair do armário como a experiência gay definitiva, Azul É a Cor Mais Quente passa por essa etapa da vida de Adèle em um ousado salto do tempo, encontrando um drama mais profundo nos desafios que se desenvolvem por ela manter sua sexualidade indefinida.
Adèle tem 15 anos quando percebe que há algo errado em seus namoros.

O colega de classe Thomas (Jeremie Laheurte), menino dos sonhos, está em cima dela, mas ela não consegue esquecer um encontro passageiro com Emma (Léa Seydoux), estudante de arte de cabelos azuis. As garotas se reencontram na primeira e tímida ida de Emma a um bar de lésbicas, e o amor entre elas desabrocha rapidamente – levando a uma das cenas de sexo lésbico mais sensuais da história do cinema. Mas, ao contrário de Emma, mais velha e cosmopolita, Adèle nunca relaxa por completo em relação à sua identidade sexual e ainda a mantém cuidadosamente resguardada quando o filme pula vários anos para a situação em que o casal mora junto, em uma frágil felicidade doméstica."
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"As cenas explícitas de “Azul é a cor mais quente” acontecem entre as duas atrizes, apenas com o contato entre os corpos. Também não há closes nos órgãos genitais. Mas é inegável que foram imagens polêmicas, não só no Brasil. O forte conteúdo sexual do filme causou polêmica até mesmo na equipe. A atriz Adèle Exarchopoulos chegou a dizer que se sentiu uma prostituta durante as filmagens, e entidades de defesa dos direitos das mulheres criticaram as sequências de sexo.
Quando esteve no Brasil para o lançamento do filme, em dezembro, Kechiche comentou e minimizou as polêmicas em entrevista ao GLOBO. “No meu cinema, eu busco mostrar a vida. Tento remover todos os artifícios e subterfúgios do cinema que nos fazem perder a atenção nesta vida. Por isso as cenas de sexo parecem tão reais”, disse o diretor.
Na França, como disse Bernardini, a classificação indicativa de “Azul é a cor mais quente” foi de 12 anos, mas em muitos lugares ele não foi visto dessa forma leve: além do Brasil, a produção recebeu a classificação de 18 anos em Estados Unidos, Irlanda, Reino Unido e Coreia do Sul. Em outros países, como Argentina, Alemanha, Canadá e Suíça, o limite de idade sugerido foi de 16 anos. Já em Cingapura, a classificação foi de 21 anos. E com cortes.
Ainda assim, o filme tem sido um sucesso por onde passa: fora a Palma de Ouro, recebeu 42 prêmios ao redor do mundo. A produção também foi indicada ao Globo de Ouro e ao Bafta de filme estrangeiro.
Professor de direito da FGV-Rio, Gustavo Kloh explica que nenhuma empresa pode ser penalizada por se negar a produzir os discos do filme."

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