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No Ceará é assim: Para a nossa Compulsividade!!!


Em especial para o Grupo do Usuário Compulsivo

Dicionário Cearense





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Vocabulário cearense (Cearencês)

Consulte se não entender o que escrevo kkkkkkkk

ABESTADO - Otário.
ABIROBADO - Maluco.
ABUFELAR - Agarrar pela gola, agredir.
ACUNHAR - Chegar junto.
AI' DENTO - Resposta a qualquer provocação.
ALFININ - Espécie de rapadura.
ALPERCATA - Sandália de couro.
AMANCEBADO - Amigado, aquele que vive maritalmente com outra.
AMARELO QUEIMADO - Cor laranja.
ANDE TONHA! - Expressão popular que indica o ato sexual.
APETRECHADA - Dotada de beleza fsíca.
ARIADO - Desnorteado
ARRE EGUA! - Interjeitção que pode significar qualquer coisa a depender
do tom de voz e da ocasião (alegria, irritação...).
ARRUDIAR - Dar a volta.
AVALIE - Imagine.
AVEXADO - Apressado.
BAE DE CUIA - No jogo de futebol, corresponde a lençol.
BAITOLA - Viado. (A palavra tem origem na construção da primeira
estrada de ferro do Ceará. O chefe da obra era um engenheiro inglês,
muito afetado, que repetia "atenção para a baitola" se referindo
a bitola (distância entre os trilhos).
BAIXA DA ÉGUA - Lugar distante.
BALDEAR - Perturbar.
BATER A CAÇULETA - Morrer.
BATER FOFO - Não cumprir um compromisso.
BATORÉ - Baixinho.
BILA - Bola de gude.
BILOTO - Botão.
BLANCHUR - "Filósofo" muito citado no Ceará.
BOCA QUENTE - Lugar perigoso.
BREADO - Melado, sujo.
BRENHA - Lugar longe de difícil acesso.
BRIBA - Pequena lagartixa.
BRUGUELO - Criança pequena.
BULIDA - Mulher que perdeu a virgindade.
BUNEQUEIRO - Quem bota boneco (ver "butar buneco").
BUTAR BUNECO - Criar confusão, perder a linha, farrear bastante
BURRINHO - Garrafa de Coca-Cola cheia de cachaça.
CAGADO - Sortudo.
CAMBITO - Perna fina.
CANELAU - gente pobre, plebe rude.
CÃO CHUPANDO MANGA - Corajoso, competente, mulher muito feia.
CAPAR O GATO - Ir embora.
CATREVAGE - Gente cafona.
CAXAPREGO - Lugar distante.
CEROTO - Sujeira preta na pele devido a falta de banho.
CHABOQUE - Tampo. "Chico deu uma topada que tirou o chaboque do dedo"
CHAPA - Radiografia; dentadura.
CHAPEU DE TOURO - Chifre.
CHEIO DOS PAU - Bêbado.
CHULIPA - Tapa na orelha com um dedo no sentido vertical.
CIBAZOL - Coisa sem valor. "Não vale um cibazol".
COMÉDIA - Programa divertido. "Hoje nos vamos pras comédias".
CORRALINDA - Coisa linda, pessoa bonita.
CORRER FROUXO - Ter em abundancia. "Ali o dinheiro corre frouxo".
COURO DE PICA - Algo que vai e volta. "Esse namoro é que nem couro de
pica".
CRUZETA - Cabide para camisas e calças.
CU DE CANA - Cachaceiro.
CUMELAO - Garanhão.
CUSTAR - Demorar. "O ônibus esta custando muito".
DAR O GRAU - Caprichar. "Pode deixar que vou dar o grau no seu carro"
DAR O MAIOR 10 - Gostar muito.
DAR O PREGO - Enguiçar.
DIABEISSO! - Que diabo e isso! Expressão de espanto.
DESTRENADO - Sem graça. "Fica todo destrenado quando elogiado".
EMPAZINADO - Que comeu alem da conta.
EMPATA FODA - Chato que fica atrapalhando o namoro do casal.
EMPRIQUITAR - Cismar, não aceitar.
ENGABELAR - Enganar, iludir.
ENGOMAR - Passar roupa.
ERRADO - Desordeiro, arruaceiro.
ESCROTO - Bom de briga; cafajeste.
ESTRIBADO - Cheio da grana.
FAZER HORA - Fazer gozação.
FAZER MAU - Desvirginar. "Ele fez mau a moca".
FAZER SABÃO - Sexo entre lésbicas.
FAZER TERRA - Quando a mulher mete o dedo no fiofó do homem
durante o ato sexual.
FECHICLER - Zíper.
FOI MAL - Perdão.
FRESCAR - Fazer uma brincadeira. "Se zanga não, to só frescando".
FULERAGE - Coisa sem valor.
FUMANDO NUMA QUENGA - Puto da vida.
GALALAU - Homem alto.
GASGUITA - Mulher com voz esganitada.
GASTURA - Mal estar.
GATORRÉI - Prostituta.
GIGOLETE - Passadeira, diadema, arco.
GRELADO - Concentrado.
GUARIBADA - Dar uma caprichada.
INGEMBRADO - Torto.
INHACA - Mal cheiro do sovaco.
ISPILICUTE - Do ingls "She's pretty cute". Engraçadinha.
ISPRITADO - Enfurecido.
ISTRUIR - Desperdiçar.
LERIADO - Conversa fiada.
LETRECA - Cafona.
LISO - A pior ofensa para um cearense. E muito mais que uma pessoa
sem dinheiro. O liso esta para o cearense assim como o "looser"
está para o americano.
MACHORRÉI - cara, amigo, o meu...
MAGOTE - Bando, grupo.
MALAMANHADO - Mal vestido, desajeitado.
MALDAR - Interpretar no mau sentido.
MANE BOFÃO - Conhecido "restauranteur" de Fortaleza,
especialista em pratos finos tais como: panelada,
buchada, sarrabulho, tripa de porco, rabada,
sarapatel e mão de vaca.
MANGAR - Ridicularizar.
MANJUBA - Pênis grande.
MARMOTA - Coisa estranha.
MEIOTA - Meia garrafa de cachaça.
MELADO - Bêbado.
MEROL - Bebida.
MEUZOVO - Expresso de discórdia, uma ova. "Juca e um político honesto
- honesto meuzovo!
MININORRÉI AMARELO - Criança chata.
MIOLO DE POTE - Coisa sem importância.
MOI DE CHIFRE - Corno.
MUNDICA - Gente pobre, plebe rude.
NUM FRESQUE NÃO! - Pare com essa brincadeira!
PAI D'EGUA - Porreta, legal, bacana.
PÃO SOVADO - Pão de massa fina.
PAPEIRA - Caxumba.
PAPEL DE ENROLAR PREGO - Pessoa grosseira.
PASTINHA - Franja.
PASTORAR - Vigiar.
PÉ DE PAU - Árvore.
PÉ DE PLANTA - Arbusto.
PEBA - De ma qualidade.
PEDIR PENICO - Desistir.
PELEJAR - Tentar exaustivamente.
PENSO - Torto.
PIMBADA - Trepada.
PITEU - Mulher jovem e bonita.
PRESEPEIRO - Espalhafatoso, escandaloso.
QUEIMA RAPARIGAL! - Grito de guerra, incentivo para
as meninas agitarem
RACHA - Pelada, jogo de futebol.
RACHADA - Forma com que os baitolas se referem as mulheres,
com uma boa dose de despeito.
RATA - Gafe.
REBOLAR NO MATO - Jogar fora, atirar.
REBORREIA - Resto, coisa que não presta.
REMELA - Secreçao ocular.
RESPEITE! - Expressão usada quando uma coisa e muito boa.
"Respeite a festa de ontem".
SABACU - Surra.
SALSEIRO - Confusão.
SAMANGO - Soldado raso.
SEM FUTURO - Mau negócio, pessoa despreparada.
SIBITE BALEADO - Pessoa miúda ("sibite" e um pequeno passaro).
SÓ O BURACO E A CATINGA - Pessoa dismilinguida. "Ele pegou uma gripe
ta que é só o buraco e a catinga.
SÓ O MI - Diz-se de alguma coisa muito boa.
SUSTANÇA - Energia dos alimentos. "Rapadura tem sustança".
TEM E ZÉ - E muito difícil. "Tu ganhar de mim na sinuca? Tem E ZÉ
TIRA A MACAUBA DA BOCA - Quando alguém fala de forma inintelígivel.
TRISCAR - Tocar.
TÚ LA CHUPA PICA! - Você não é de nada!
ULTIMO TIRO NA MACACA - Diz-se de uma mulher que completou
30 anos e não casou.
VARAPAU - Homem alto.
VERMINOSO - Fominha (futebol).
VEXADO - Apressado.
VISAGE - Fantasma, aparitpo.
VIXE! - Virgem Maria.
ZUADENTO - Barulhento.
ZAMBETA - Cambota.

Um cheiro!!!!!

(Belas e imortais) PIN-UP's

http://arquivosdegaveta.blogspot.com/2008/07/imortais-pin-ups.html

(Belas e imortais) PIN-UP's

Quando surgiram, no final do século XIX, na França, sua denominação e formas ainda não eram as que hoje conhecemos. Inspirados pela Art Nouveau, em voga naquele momento, Alphonse Mucha e Jules Cheret criam um estilo que influenciou diversos ilustradores e personificou o ideal masculino de mulher.
"As primeiras imagens femininas em poses sensuais tornaram-se propagandas pujantes nos cartazes de uma época em que os teatros de revistas transformavam dançarinas e atrizes em estrelas". Na América, a revista
Life se encarregou de reproduzir o fenômeno, trazendo em suas páginas, em 1887, a chamada Gibson Girl. Um belo exemplar dos dandies, tão coberta e comportada que é difícil associá-la ao protótipo de Pin-up que habita nosso imaginário. "Mas capaz de seduzir os rapazes com seu charme e as moças com suas roupas na moda. Tanto que, em 1903, Charles Dana Gibson era o ilustrador mais bem pago do país".

Além de reconhecimento, o novo século iniciou com produções mais ousadas. Os desenhos de Raphael Kirchner merecem destaque por apresentar, na década de 1920, a vida parisiense através de mulheres sedutoras, com pouca ou nenhuma roupa – por vezes preservando apenas o púbis – e em situações que sugeriam lesbianismo. "Apesar da censura, os traços elegantes do movimento Art Nouveau acabaram por tornar aceitáveis as figuras desnudas, que passaram a estampar de filtros de cigarros a caixas de bombons".
Foi a partir dos anos 1930, no entanto, com o aparecimento de novos desenhistas, como o americano
George Petty e o peruano Alberto Vargas, que o gênero se popularizou de fato. Uma nova estética foi criada, inaugurando o período dourado das, então alcunhadas, Cheesecake. Especula-se que o termo, documentado neste sentido em 1934, seja derivado da expressão better than cheesecake (literalmente: melhor do que bolo de queijo) usada na gíria do começo do século.
Fosse qual fosse a designação, o sucesso destas figuras era incontestável. Tanto que a revista americana Esquire exibira, desde o seu primeiro número, nos intervalos das suas páginas de política e literatura, uma Petty Girl (...) estabelecendo, em 1939, o primeiro ‘caderno central de três páginas’, que deveria ser desdobrado e destacado”.
No ano seguinte, a publicação do primeiro calendário da Varga Girl vira best-seller e as belas garotas, com cinturas quase irreais e pernas desproporcionais, ganham o título de Pin-up’s, referindo-se ao ato de pendurá-las (do inglês: to pin up) em paredes, armários e toda a sorte de locais possíveis. Conquistam também o respeito de revistas como
Time, Cosmopolitan e Look, que vêem nessa estética a possibilidade de trazer mais cor e graça as suas páginas, encomendando esboços das estrelas de cinema.

Ingênuas ou fatais, desastradas ou habilidosas, elas eram idolatradas pelos soldados americanos que serviam as Forças Armadas durante a Segunda Guerra Mundial. Estampadas até sobre a fuselagem de aviões, tornaram-se uma espécie de alívio para aqueles que arriscavam a vida nos campos de batalha, sendo, assim, carinhosamente chamadas de “arma secreta”.
Aliás, o entre-guerras acabou sendo, de certa forma, o verdadeiro genitor deste tipo de artista gráfico. Nesta época os desenhos de
Gil Elvgren ganhavam as ruas em cartazes de propagandas de coca-cola, entre outros produtos, imputando a ele o estigma de “chefe da escola maionese” e artista comercial. Não se pode negar, porém, a preocupação de Elvgren em identificar as mudanças sutis ocorridas no American Way of Life.

As modificações foram gradativas, mas perceptíveis aos olhos atentos. Após a “ajuda” dada aos pracinhas, ao “alistarem-se” como enfermeiras ou trajando uniformes da marinha, as garotas do calendário “elevaram-se de símbolo sexual libertino à ‘deusas guerreiras’ e acaba personificando a mulher americana - segura de si e audaciosa”. Tais como as Elvgren’s girls: bonitas e independentes, elas se preocupam com a beleza sem deixar suas outras atividades prejudicadas por isso. Já não dependem dos homens, são elas que colocam água no filtro, assam o churrasco do domingo, votam e até trocam pneus. Diferente das jovens concebidas por Art Frahm que, inocentes, perdem suas calcinhas a qualquer momento.

Zoë Mozert é outro nome clássico do estilo. Ela e Joyce Ballantyne eram os exemplares femininos, dentre a profusão de testosterona, dos traços que enlouqueciam os homens. No Brasil, o representante da classe foi o gaúcho José Luiz Benício da Fonseca. Benício, como é conhecido, foi o responsável pela ilustração de mais de 300 cartazes para o cinema nacional, incluindo as famosas pornochanchadas dos anos 1960. Além de produzir as capas de livros do escritor espanhol Lou Carrigan, que relatavam as histórias da bela Espiã Número Um da CIA, Brigitte Montfort. Assim criou, também, Giselle, para o livro do jornalista David Nassar: A Espiã Que Abalou Paris a qual, não por acaso, era a mãe de Brigitte.

Voltando a América do final dos anos 1940, é possível notar o fenômeno de humanização daquelas moças de papel que, agora, ganham vida ao serem encarnadas por atrizes como Betty Grable (a preferida dos pracinhas) e Marilyn Monroe ou fotografadas como a voluptuosas Bettie Page. Contudo, a glória e liberdade destas modelos estavam com dias contados. Os conservadores anos 1950 iniciaram e impuseram, as pin-up’s fotografadas, papéis mais tradicionais, como o da inocente virgem eterna, relegando, à elas, espaço apenas nas revistas masculinas.

Para piorar, o advento da Playboy, em 1953, acaba tornando ainda mais curta esta trajetória, por desconstruir a imagem quimérica existente até então.

“Por trás das suas reivindicações de liberação sexual, a revista faz da pin-up uma boneca sem personalidade. As poses são previsíveis, as fotos retocadas - as modelos são fotografadas no frio, para que as suas mamas fiquem arrebitadas. A pin-up da geração Playboy ou Pirelli - o calendário da marca de pneus nasce em 1964 - afastou-se do grande público”.


Contudo, a morte desta estética não estava anunciada. Afinal, décadas depois, ainda é possível apreciar criações interessantes, mesmo com estilo mais contemporâneo, um tanto agressivo, como as produzidas pelos desenhistas Jennifer Janesko, Hajime Sorayama e Olivia De Berardinis. Ou ainda, o resgate feito pela revista Vanity Fair, em 2006, em um ensaio com as principais promessas femininas do cinema. Todas em trajes e poses que lembram a época de ouro das cheesecake.



Sem contar com a reencarnação dos espetáculos burlescos (uma corrente que vê as garotas combinarem, no palco, o cabaré com o strip-tease kitsch) de New York, que tem em Dita Von Teese seu mais famoso exemplar. Além, é claro, das diversas anônimas que se travestem para uma viagem ao passado e dos muitos admiradores que se contentam apenas em colecioná-las.

Tudo leva a crer que esta estética ainda perdurará por muito tempo, ainda que sua trajetória lembre, por vezes, uma montanha russa.

Quando a plástica mais piora do que melhora:


a cantora Elza Soares mostra que não tem problema nenhum em fazer quantas plásticas forem necessárias para não deixar aparecer nenhuma ruga. (Foto: Divulgação)

a atriz Melanie Griffith, casada com o ator Antonio Banderas, exagerou um pouco no aumento dos lábios e danificou um pouco a harmonia que havia nos traços de seu belo rosto, quando era mais jovem.(Foto: Divulgação)

a mãe do famoso ator Silvester Stallone, Jackie, também é conhecida por suas cirurgias plásticas, que já chegaram a mudar sua fisionomia. Olhando a foto, fica a questão: até onde vale a pena disfarçar as rugas quando se envelhece? (Foto: Divulgação)

Donatella Versace passou por algumas mudanças drásticas graças à cirurgia plástica, transformando-se em uma caricatura. Ela aplica tantas injeções de botox para eliminar rugas, que seu rosto perdeu a expressão.(Foto: Divulgação)

Quando a plástica mais piora do que melhora: no caso da cantora Rosana, que fez muito sucesso com a música 'Como Uma Deusa', é evidente o número de cirurgias feitas no rosto.(Foto: Divulgação)

Quando a plástica mais piora do que melhora: segundo o tablóide Daily Mail, um site especializado em cirurgia plástica elegeu a socialite Jocelyn Wildenstein a celebridade mais assustadora do mundo. Ela já gastou cerca de US$ 4 milhões em cirurgias estéticas para manter o seu marido, mas conseguiu apenas arruinar a boa aparência que tinha. (Foto: Divulgação)

a socialite italiana Michaela Romanini entra nessa lista. O tamanho dos seus lábios é assustador e ao invés de deixá-la mais jovem acaba deformando o rosto de uma mulher que tem só 40 anos

Saia da Casca- Texto Autoconhecimento


Postado por Fco.Amado
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AUTOCONHECIMENTO

-
O espírito tem recursos admiráveis na conjuntura da própria vida e esses valores são portas para que entre para o reino da felicidade, dependendo do modo pelo qual será usado o acervo de tesouros que Deus depositou em seu coração.
Recebemos constantemente, de fora, lições imortais que servem para nos alertar e, por vezes, para nos ajudar a compreender o que temos por dentro. No entanto, somente a auto-educação nos dá consciência do que deve ser feito para a nossa paz interior, saúde e mesmo compreensão.
O raciocínio é um instrumento valioso na seleção das qualidades que devem ser postas em prática, desde que ele seja disciplinado pelos sentimentos do Amor.
Auto conhecimento é conhecer a si mesmo.

Cada criatura é um mundo diferente na pauta das coisas que devem ser entendidas e guardadas por nós nos celeiros da consciência profunda, e o maior trabalhador nessa aquisição é a própria pessoa. O mundo exterior não deixa de cooperar
na nossa educação espiritual; contudo, ele representa a teoria que nos alerta.
A maior parte está com nós mesmos, na experimentação individual da vivência de cada dia.
Quando ouvimos lições imortais, sulcadas nas leis que garantem e sustentam a criação divina, o primeiro impulso que parte de nós é a recusa e nem sempre prestamos a atenção que corresponda às nossas necessidades. Somente quando essa atenção nasce dentro de nós, pelas vias das reações naturais, e passamos a sofrer os dramas causados pela ignorância, é que abrimos os sentimentos à educação verdadeira, àquela em que o mestre interno começa a nos instruir, usando os processos mais grosseiros da escola: os infortúnios morais e as dores físicas.
A alma endurecida precisa de sofrer para aprender. Então é que iremos aprender, por Amor, a grande causa que registra em nossos corações os caminhos da felicidade.
É necessário que tenhamos muito cuidado na lavoura interna que devemos cuidar, porque se faltar o entendimento profundo das leis de Amor e Justiça, caímos nos caminhos do egoísmo, de somente lutar em nosso próprio benefício.
O autoconhecimento, a educação e a disciplina, o preparo que devemos alcançar são no sentido de nos libertarmos e ajudarmos mais com a aquisição das nossas qualidades. Elas devem nascer juntas com o desprendimento, nos corredores dos sentimentos. O Cristo abriu os braços nos indicando os dois caminhos da vida, para que possamos encontrar o reino da Felicidade.
É preciso aprender e ensinar, doar sem exigir, amar sem pensar em trocas.
Esse é um velho refrão que está sempre novo: "quando o poço está pronto, a água aparece".

Trabalha dentro de ti mesmo com todos os recursos que a vida te deu, que virá à tua alma a
iluminação pelas bênçãos de Deus.
Porém, quando de posse desta água, reparte-a com os sedentos que aparecerem em teu caminho. A água do conhecimento é divina e, quanto mais a damos, mais a temos para distribuir, mais sentimos a riqueza espiritual nos acompanhar pelas vias dos sentimentos, a desaguar mais no mar do coração.
Recebemos e doamos: essa é a lei ? Lei do Amor.


Fonte : ( do e-book Cirurgia Moral_Leon denis )
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